
Palestra: “As Funções Psicológicas dos Planetas e os Quatro modos de interacção das energias cósmicas”
Introdução ao Módulo Teórico e Vivencial: “Como viver com os Planetas e os Quatro Elementos na conjuntura actual”

6ªfeira dia 27 Janeiro às 21h
Por Luís Resina e Maria Gorjão Henriques (entrada livre)
Local: ESPIRAL (Sala de Actividades)
PRAÇA ILHA DO FAIL 14 B
TEL. 927 363 381
Palestra Temática:
"A VIDA DEPOIS DA MORTE"
por Narciso Saramago
26 de Março, sábado, das 18h30 às 20h30, na Sala de Cursos do "Espaço Espiral - Salitre", Rua D. Estefânea, 157, 5º Esq.

Valor: 10 euros
Apresentação do Movimento "Despertar Portugal"
5 de Março 16h na Espiral
Clique aqui para aumentar
O Movimento é a taça que acolhe todas as pessoas e grupos alternativos de forma a apresentarmos uma proposta colectiva coerente.
Somos despertar porque vamos despertando do sonho da inconsciência e queremos compartilhar esse estado de autenticidade, transparência, lucidez e alegria.
Cremos que os portugueses, como um povo universalista, tem algo a dar ao mundo. Cremos que a alma lusa ainda não se esgotou e que, perante o desafio que atravessa o mundo, ainda temos algo de novo a dizer. Que ainda podemos ser pioneiros da consciência e do despertar.
Propomos uma nova forma de ser para que o ter seja equilibrado e não fonte de escravidão.
Propomos uma abordagem integral da vida em que a saúde física, o bem-estar emocional e o contentamento intelectual substituam o stress da falta de tempo, a competição e a opressão individual e colectiva do ter sobre o ser. Uma sociedade em que seja reconhecido a cada um o direito a uma vida simples, agradável e criativa.
As nossas propostas emanam da verdade, da honestidade e da transparência. Não são ainda concretas sobre os vários campos da actividade humana pois não temos nenhuma doutrina ou ideologia.
Constatamos contudo o falhanço do modelo anglo-saxónico, baseado nos dois dogmas, de que a economia deve reger a sociedade, incluindo a política e o espiritual, e de que a ciência tem a resposta para tudo o que o ser humano busca.
Não somos materialistas pois temos experiência de que para além do visível e do tangível existem energias que se expressam através da matéria.
Na realidade, nós somos o espírito na matéria.
Cremos que os povos se devem reger por índices de bem-estar e felicidade e não pela acumulação de números abstractos que escondem desigualdades gritantes e um desprezo pela dignidade do ser humano e onde até os próprios ricos vivem também vidas vazias e sem sentido, igualmente escravos do acelerar do tempo.
Acreditamos que os seres humanos tem um potencial vastíssimo por explorar, que nem a política, nem a ciência nem as religiões tem querido aprofundar.
Estamos conscientes de que a nossa sociedade está dominada pela inércia e pelo conformismo e que os nossos talentos e espírito criativo tem sido canalizados para actividades passivas e menos nobres, como a televisão e o futebol.
Sabemos também que os media continuam a dar asilo àqueles que não querem o despertar dos povos.
Não somos contra os políticos, os empresários ou os padres. São homens como nós, com as suas qualidades e os seus defeitos. Também eles servem um sistema que os ultrapassa e os mantêm no passado em vez de alinharem com as mudanças que a sociedade impõe.
Os ventos da História sopram hoje fortes sobre a mentira, a hipocrisia, a prepotência, a indiferença, o conformismo e a ignorância.
Estamos perante escolhas de grande alcance. Estamos a decidir um novo modelo de sociedade. Na realidade de civilização.
A crise, o mal-estar cultural e o sofrimento colectivo não podem durar.
Há que tomar decisões e cada um no seu foro interior deverá decidir o que quer, independentemente daquilo que lhe ensinaram e do que até hoje acreditou sem questionar.
Estes são tempos de verdade. Em que cada um deve saber o que quer e aliar-se aos que pensam e sentem de maneira semelhante.
Não nos interessa a divisão e a separação. Cremos que a unidade é possível. Sentimos que o nosso movimento de despertar individual e colectivo é apoiado pela luz e pelo Amor. E que, independentemente do nome que se lhe dê - Deus ou Universo - não estamos sós nesta Terra. Fazemos parte de um universo vibrante e consciente que nos apoia neste despertar.
Apelamos a todos aqueles que, para além do desespero e da frustração com a crise e o caos crescentes, se sentem chamados a participar numa nova realidade, uma nova história, uma nova sociedade na qual - mais além dos valores adquiridos do respeito e da tolerância - a justiça, a cooperação, a paz a e o amor possam verdadeiramente reinar.
Entrada Livre (lugares limitados) faça a sua inscrição para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
João Motta
BIOGRAFIA 2011
JOÃO TEIXEIRA DA MOTTA ou JOÃO MOTTA
Nascido a 12 Maio 1949 em Lisboa.
Licenciado em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa, tendo depois estudado Relações Internacionais em Londres.
Diplomata de Carreira de 1972 a 1989.
Serviu na Missão de Portugal junto das Nações Unidas em Nova York, como Consul Geral na Holanda e finalmente como Representante Adjunto na UNESCO em Paris.
Em 1989 deixou de crer nos mapas politicos e dedicou-se á cultura e á espiritualidade, tendo então publicado O Território e o Mapa, um conto sobre o tempo e o espaço e o choque de civilizações, localizado na América pré-colombina.
Como artista plástico, partir de 1992 fez várias exposições dos seus Jardins Mágicos, mundos miniatura dentro de caixas de acrílico, que nomeadamente foram expostos na Feira ARCO de Madrid e que fizeram um percurso asiático com o apoio da Fundação Oriente.
Fez também performances de dansa-teatro nomeadamente os videos A Natureza do Guerreiro e A Sombra do Jardim, de que foi produtor e interprete.
Viveu nos E.U.A. de 1999 a 2004 e de 2007 a 2010, onde estudou e praticou vários aspectos da espiritualidade.
Regressou a Portugal em finais de 2010, decidido a lançar um movimento cívico para ajudar a dar uma saída espiritual e de paradigma cultural á crise que o país e a humanidade atravessam.
Durante a sua vida como diplomata tornou-se um artifice de consensos, tendo repetidamente conciliado posições opostas de muitos países.
Por interesse pessoal, especializou-se em política internacional, sobretudo o Médio Oriente e a crise económica e finaceira internacional, temas que tem continuado a acompanhar.
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